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Depois de muito se repetir um dia a TV ficou sem assunto.  E descobriu que no fantástico mundo da web existem muitas possibilidades ainda inexploradas.  Daí para que os programas televisivos ficassem recheados de vídeos do You Tube foi um pulo. A criatividade do ser humano que reivindica seus 15 minutos de fama parece infinita diante das mentes cansadas dos produtores de televisão. O programa do Gugu, desde os tempos de Domingo Legal, tem um quadro destinado apenas aos vídeos engraçados/interessantes/bizarros que tem na internet.

Alguns programas jornalísticos também aproveitam as particularidades dos vídeos dos anônimos para preencher minutos na programação.  Uma operadora de celular paulista, a aeiou aproveitou os fenômenos da web para ilustrar uma campanha publicitária:

Cris Nicolotti desabafou e mandou longe tudo aquilo que lhe perturbava no webhit:  “Vai tomar no c*”

Agora podemos ver a atriz e cantora na novela das 8 da Rede Globo:

Falando só do último ano nós temos verdadeiros fenômenos da internet:

This is real life?

David foi ao dentista e sob o efeito da anestesia seu pai fez um dos vídeos mais fofos do ano.  O pequeno consternado com o ‘barato’ do medicamento foi capa dos principais portais noticiosos e ganhou espaço nos telejornais brasileiros.

No meu Crossfox

Stefhany é absoluta.  Sthefhany é fênomeno. A jovem do cantora do Piauí fez um vídeo em condições precárias com a música sobre o carro crossfox. Virou webhit, foi no Caldeirão do Huck e realizou seu sonho: ganhou o tal crossfox amarelo. O do vídeo era emprestado. Mas detalhe importante: a jovem tem apenas 17 anos!!

Como a fonte de criatividade do ser humano parece inesgotável e o tamanho do You Tube infinito não faltarão webhits para dar um up na programação televisiva, afinal ainda não é todo mundo que está incluído digitalmente.


Observatório da Imprensa de 25 de agosto deste ano, pautado pela discussão vergonhosa entre Record e Globo, levantou a discussão do quão válido, ou sério, é o trabalho da imprensa que usa a religião como alicerce, que busca credibilidade por meio de comoção da fé. Com mediação do jornalista Alberto Dines, o programa chama de guerra santa o momento atual da imprensa brasileira e lembra que vivemos numa sociedade laica, ou seja, dissociada de religião.

Carlos Eduardo Lins da Silva – Ombudsman/ Folha de S. Paulo

Elvira Lobato repórter da Folha de S. Paulo

Roberto Livianu – Promotor de Justiça Criminal/SP

Roseli Fischmann – Cientista política/USP